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Arquivos da categoria: Cultura

Visitar lugares, conhecer pessoas e, principalmente, fazer imersão na cultura é o nosso objetivo. Cruzaremos lagos, nevados, ruínas, rios e principalmente, cada passo que daremos contará uma história. Acompanhe como foi a jornada de nossos participantes CLICANDO AQUI!

Daqui a três dias iniciaremos uma das nossas jornadas mais ambiciosas pela segunda vez: o Caminho a Machu Picchu. Serão 9 dias de muito aprendizado e experiência. Os nove dias foram cuidadosamente pensados e divididos da seguinte forma: Dia 0 (da viagem): O Descobrimento Dia 1: Adaptação Dia 2: Cultura, inovação e empreendedorismo (dia do City tour) Dia 3: Resiliência (Vinicunca) Dia 4: Recompensa (Humantay) Dia 5: Resistência (Salkantay e 20 horas de caminhada) Dia 6: Amizade e parcerias estratégicas (Santa Teresa) Dia 7: Desafios e Adrenalina (Tirolesas e chegada em Aguas Calientes) Dia 8: A conquista (Machu Picchu) Dia 9: Assimilação do aprendizado (de volta para casa). Acompanhe aqui a nossa empreitada.

Cansados, mas felizes. Até a próxima, Cusco lindo! O último dia de Cusco, do Peru, para alguns teria que ser igual aos outros, com muitas emoções. Mas sabe quando o corpo já está no automático? Foi assim que a maioria sentiu e deixou fluir o que viria. Já estávamos no “lucro”. Cusco nunca iria nos decepcionar. Acordamos tarde, o city tour era somente à tarde. Aproveitamos para visitar a catedral e a cidade. Almoçamos e fomos pegar o bus. Antes disso, nos demos um tempo para tirar umas fotos com lhamas e alpacas. Animal símbolo de Cusco. Gêmeos? Isso é uma lhama. Pescoço fino cara de camelo. Tem também as loiras com muita lã, essas são mais baixinhas e se chamam alpaca. Aliás, os casacos feitos de lã desse animal são os melhores. Nos juntamos a um grupo maior de turistas para fazer o City Tour, a guia, J.Lo, o…

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Chegou o dia D. Acordamos às 3h30, precisávamos estar bem cedo para entrar no parque de Machu Picchu. A chuva não parava. Durante toda a trilha, nunca tomamos tanta chuva como nesses últimos dois dias. As capas de chuva, se tiveram um preço, elas já pagaram em dobro o valor gasto por elas. Era uma chuva que caia nos nossos corpos como pancadas. Da cabeça aos pés, de lado, de frente de baixo para cima, éramos “bombardeados” pelo líquido elemento. Parecia que o deus Wiracocha queria que entrássemos limpos ao lugar sagrado. Além do parque iríamos subir o pico Huayna Picchu. Todos tínhamos reservado com meses de antecipação os nossos ingressos, já que somente 400 pessoas podem subir por dia. Como estava chovendo muito, pensávamos que não seria possível subir o Huayna Picchu, mas estávamos enganados. Machu Picchu abre com ou sem chuva. Quando chegamos na cidadela, antes de entrar,…

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Sem palavras para descrever o momento de chegada à cidade de Águas Calientes, base de Machu Picchu.  Acordamos às 7h, não havia mais motivo para madrugar, nesse dia. Esse dia, o cozinheiro Robert e seu ajudante Jhonatan voltariam para Cusco. Como despedida, o Robert nos serviu um bolo. Bolo feito na panela, porque não tinha forno. Ele nos mostrou como é possível conseguir um objetivo, mesmo que os recursos sejam escassos. Uma baita aula de economia e de como atingir objetivos. A felicidade do Robert de poder compartilhar aquilo que mais sabe fazer. Aula de humildade e de amor ao próximo. Aqui o bolo feito na panela.  É necessário registrar uma coisa que nos deixou muito emocionados. Na realidade, esse bolo da foto foi o segundo intento do Robert. Ele, perfeccionista que quer dar o melhor, não desistiu até obter a melhor versão. Quando vimos essa atitude, demos um abraço…

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Dan e o seu mergulho inca.  Acordamos e pegamos as nossas coisas, e fomos em direção a Santa Teresa. Lugar próximo à hidroelétrica que está próxima a Águas Calientes que é a cidade base de Machu Picchu. Já estávamos perto, muito perto da nossa meta. Aliás, qual seria a nossa meta? Machu Picchu? Cusco? Ou toda a jornada? Percorremos estradas com precipícios, em alguns momentos riachos cortavam essas estradas pelos quais tínhamos que atravessar. A vegetação tornava-se mais verde, o frio de Soraypampa, da lagoa de Humantay e da Abra de Salkantay eram somente boas lembranças. A única coisa que ainda nos acompanhava era a chuva. Nossa fiel companheira. Se teve um apetrecho que pagou o seu preço, foram as capas de chuva de todos nós. Chegamos no povoado de Santa Teresa, onde dormiríamos. Santa Teresa fica a 1.900 m.sn.m. É uma cidade com todas as comodidades, internet, telefonia, luz,…

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Lá no alto, o desafiante Salkantay. Os nevados eram apus sagrados para os incas. Respeitavam muito essas montanhas que os proviam de água.  O nevado de Salkantay fica a 6.271 m de altitude e 2540 m de proeminência topográfica. A montanha pertence à Cordilheira de Vilcabamba e é o ponto máximo dessa cordilheira. Quando você está no avião, atravessando a cordilheira, é uma das coisas lindas que pode-se observar. Quando está em terra, parece a Monalisa, não pára de te olhar, parece que está “aquicito no más” como dizem os peruanos, que significa algo como: logo aqui, só que quanto mais se caminha, em direção a ele, parece que ele se isola mais. Acordamos às 4 da manhã com aquela infusão de coca na nossa barraca nos esperando. O guia nos disse que teríamos que subir o Salkantay. Na realidade, subir significava chegar no caminho mais próximo ao Salkantay (a…

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Nunca uma subida de uma montanha nos trouxe melhor prêmio do que esse visual da lagoa Humantay.  Fomos acordados às 4 da manhã, a van que iria nos levar a Mollepata estava indo para o nosso hotel. Já na Van, pensávamos como seria essa trilha. Que surpresas nos depararíamos. O legal de tudo isso é que os nossos guerreiros não tinham a mínima ideia do que iria acontecer. Na van conhecemos o Robert, cozinheiro, e o Jhonatan, sobrinho e ajudante. Em Mollepata, o nosso guia Jose Luis nos explicou qual seria a programação do dia. De Mollepata iríamos até Soraypampa, onde teríamos a nossa primeira base de acampamento. Deixaríamos as coisas e de lá subiríamos em direção à Lagoa Humantay. A lagoa Humantay é linda quando vista nas fotos, a água, cor turquesa que é alimentada por um nevado, parecia a nossa atração do dia. Motivados por isso, depois de…

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William chegou a Cusco, do Brasil, com escala em Lima, às 6 da manhã. Fomos pegá-lo no aeroporto como a todos os integrantes da jornada. Ele infelizmente teve um percalço e sua mochila, com toda roupa da trilha, não chegou. Ficou em Lima. A trilha para Machu Picchu iniciaria no dia seguinte e a possibilidade de a mochila chegar antes da trilha era remota. Ele precisava comprar roupa para o Caminho a Machu Picchu! Deixamos todos os contatos com a companhia aérea e fomos, com todo o grupo, para dois lugares mágicos: Huasao e Tipón. Huasao se encontra no distrito de Oropesa ao sudeste de Cusco. O governo local teve a grande iniciativa de colocar umas esculturas feitas de resina de personagens da Marvel (Groot) e do Senhor do Anéis (Ents). Essas esculturas foram feitas por um artista local e estão distribuídas ao redor de um lago. As obras parecem que…

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Ninguém melhor do que você para saber suas limitações físicas, intelectuais ou dos seus sentimentos. Sob essa afirmação criamos o Caminho a Machu Picchu (CaM). O CaM foi idealizado para ser uma jornada de superação pessoal de todos os participantes imersos numa das culturas mais organizadas e avançadas, no que tange a empreendedorismo, construção, organização, trabalho e espírito cooperativo: a inca. Ao longo da empreitada trabalhamos todos esses conceitos com cada participante, desafiando-o para que ele mesmo pudesse superar suas limitações e temores. Quais são seus maiores medos? De que tamanho é sua coragem? Qual é sua capacidade criativa e inovadora? Como gerir recursos escassos? Como trabalhar em equipe? O quê aprender da cultura inca? Qual é o seu grau de empreendedorismo? São, dentre outras, as perguntas que trabalhamos com os componentes de cada jornada. O CaM foi idealizado para ser algo não convencional, um acontecimento que marcar vidas. Durante…

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